QUINTA COM 5 HECTARES NO GERÊS 

Quinta T2 Para Venda

880.000

Valdosende   Terras de Bouro   Braga

ID KWPT530870
  • 2 Quartos
  • 4 Assoalhadas
  • 1 WC
  • 20 Lugares (parqueamento)
  • ÁREAS:
  • ÚTIL: 175m2
  • BRUTA: 175m2
  • IMPLANTAÇÃO: 75m2
  • TERRENO: 51505m2
  • CONDIÇÃO: Renovado
Piscina
Cozinha mobilada
Cozinha equipada
Boa exposição solar
Privacidade
Distância à cidade
Vista rio
Vista campo
Lareira
Recuperador de calor
Sistema de aquecimento
Roupeiro
Arrecadação / Anexos
Hall de entrada
Poço de água
Descrição do imóvel:
A propriedade, “Quinta do Soutelo”, com cerca de 5 hectares, casa de 2 pisos, anexo, alpendre e áreas de cultivo. Possibilidade de construção de habitação (800,00m2 abc) e 2 ancoradouros. A propriedade (constituída por 6 artigos tem como limites; um ribeiro afluente do Cávado; cerca de 50m de margem de água (Albufeira da Caniçada) onde é possível construir 2 ancoradouros, para barcos, motas de água e canoas

Localização e envolvente: 
Localização no Parque Natural da Peneda do Gerês (considerado um dos quatro melhores parques naturais do mundo – distinção do The Guardian” -, particularmente por ser povoado), a propriedade situa-se na encosta que compõe, na margem norte do Rio Cávado que nesta zona forma a Albufeira e que antecede à Barragem da Caniçada, em Valdosende, Terras do Bouro. Fácil acesso/distribuição automóvel e pedonal. 
Junto à Albufeira da Caniçada (propriedade com 50m de margem do rio Cávado), próximo da Barragem da Caniçada.

 Prédio (de acordo com as cadernetas prediais): 
“Prédio em propriedade total sem andares nem divisões susceptíveis de utilização independente. Casa de Habitação de Rés-do-Chão e Andar. 2 pisos.”   

Principais características: 
- acesso por caminho público com calçada em “rachão” de granito
- margem norte da Albufeira da Caniçada (área de excelência para desportos náuticos) 
- quinta totalmente vedada e murada, com 4 entradas (uma das quais com portão automático) 
- piscina com água natural sem tratamento, com deck envolvente em PVC e área de apoio 
- habitação T2 com 2 pisos (r/c e andar), construção em pedra e madeira 
- quatro frentes (orientação Norte/Oeste/Sul/Este) 
- canteiros envolventes à casa 
- percursos pedonais de lazer na envolvente à casa
- área de estar com banco de jardim
- área ajardinada 
- horta
- pomar 
- várias leiras 
- anexo para alfaias agrícolas, com telheiro 
- estábulo com armazém fechado para depositar aveia 
- espigueiro 
- poço 
- tanque 
- depósito   

R/C: 
- salão de acesso / estar, com armário (Castanho velho), sofá cama (2 pax) e salamandra alimentada a “briquetes ou pellets” 
- quarto 1, com armário (Castanho velho) 
- escada de acesso ao piso superior (interior)   

1.º andar: 
- sala comum, com lareira e fogão a lenha
- cozinha em “open space” mobilada e equipada com fogão a gás, fogão e forno a lenha, frigorífico (SIEMENS) e exaustor 
- átrio de distribuição (quarto 2 e inst. sanitária), com armário embutido 
- instalação sanitária completa com sanita, lavatório com armário inferior e base de duche
- quarto 2, com cama de casal e armário   

Outras características e valências: 
- carpintarias interiores em madeira (pintada) 
- carpintarias exteriores em madeira (pintada), com vidro simples 
- portadas exteriores em madeira maciça (pintada) 
- zona social com pavimento em tijoleira cerâmica (tipo Rústica) e pedra natura (Granito) 
- zona privada com pavimento em tábua corrida de pinho
- instalações sanitárias com pavimento em tijoleira cerâmica (tipo Rústica) 
- cozinha com pavimento cerâmico e tampo de banca em pedra natural (Mármore) 
- esquentador (botija de gás) 
- cobertura com cortiça, “onduline” e telha   

Pontos de interesse: 
- a 0,0m da Albufeira da Caniçada 
- a 3,8km da Barragem da Caniçada 
- a 4,0km da farmácia 
- a 5,0km do supermercado 
- a 5,0km da abastecedora de combustíveis 
- a 7,1km da Pousada de Santa Maria do Bouro 
- a 10,0km do hipermercado 
- a 12,5km do Termas do Gerês  

Transportes e acessos: 
- a 37,6km da A3 
- a 84,5km do Aeroporto Francisco Sá Carneiro 
- a 88,4km do Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões   

Áreas (de acordo com a Caderneta Predial): 
- Área total do terreno: 51.505,0000 m2 
- Área de implantação do edifício: 75,0000 m2
- Área bruta de construção: 150,0000 m2 
- Área bruta dependente: 75,0000 m2 
- Área bruta privativa: 75,0000 m2   

Outros valores: 
- valor do IMI: 70,00€ (anual)  

Áreas e índices (resumo): 
- classificação do terreno: “Espaços Florestais em Zonas de Enquadramento e Suporte” 
- capacidade construtiva: área mínima da parcela: 1ha; número máximo de pisos: 2 pisos; área de implantação permitida: 20%; área de construção permitida: 20%: área de impermeabilização permitida: 0,30
- usos permitidos: habitação e alojamento turístico (possibilidade de implementação de agro-turismo e alojamento local) 
- afastamentos: 50m da linha de água barragem e 10m do ribeiro 
- ancoragem: é permitido 2 lugares de ancoragem   

PLANO DE ORDENAMENTO? DA ALBUFEIRA DA CANIÇADA — REVISÃO: 
“CAPÍTULO I  Disposições gerais Artigo 1.º Natureza jurídica e âmbito 
1 — O Plano de Ordenamento da Albufeira da Caniçada, adiante designado por POAC é, nos termos da legislação em vigor, um plano especial de ordenamento do território. 
2 — O POAC tem natureza de regulamento administrativo e com ele se devem adequar os planos municipais e intermunicipais de ordenamento do território bem como os programas e projectos a realizar na sua área de intervenção, a qual abrange o plano de água da albufeira da Caniçada e respectiva zona de protecção, delimitada conforme a planta de síntese anexa ao presente Regulamento, do qual faz parte integrante, distribuída pelos concelhos de Terras de Bouro, Vieira do Minho e Montalegre.

Este terreno está classificado no Plano de Ordenamento da Albufeira da Caniçada como “Espaços Florestais em Zonas de Enquadramento e Suporte”:   
 
SECÇÃO VII “Espaços florestais” 
Artigo 58.º Caracterização e usos Integram estes espaços as áreas com uso predominantemente florestal. 
Artigo 59.º Espaços florestais Identificam-se na área de intervenção do POAC os seguintes espaços florestais, delimitados na planta de síntese: 
1) Em zonas de protecção/conservação ecológica da paisagem, caracterizadas pela sua qualidade e fragilidade ecológica e visual da paisagem, pelo que constitui espaço de menor capacidade de suporte para a alteração aos usos actuais do solo, apresentando por isso maiores condicionamentos à sua utilização; ? 
2) Em zonas de enquadramento e suporte, caracterizadas pela sua elevada/média qualidade visual, revelando alguma capa- cidade de suporte para a alteração dos usos actuais; ? 
3) Em zonas de utilização pouco condicionada, caracterizadas pela sua média/reduzida qualidade visual, em que alterações aos usos actuais não produzirão alterações significativas na actual qualidade visual e ecológica do conjunto, pelo que se vocacionam para o suporte de maior concentração populacional e de actividades económicas. ? 
(...) 
Artigo 62.º Usos nos espaços florestais em zonas de enquadramento e suporte 
1 — Nestes espaços as áreas florestais existentes deverão ser mantidas. 
2 — A exploração florestal nas parcelas de produção deve ser devidamente escalonada no espaço e no tempo, utilizando o método de regeneração mais adequado à espécie e ao local, em função do declive e da natureza do solo, de acordo com a legislação em vigor sobre a matéria. 
3 — Os projectos de arborização deverão privilegiar as espécies folhosas, nomeadamente o carvalho, o castanheiro, a faia e a nogueira.
4 — Serão obrigatoriamente mantidas as orlas ripícolas existentes de protecção às linhas de água ou implementada a sua instalação no caso da sua inexistência ou situação de degradação.? 
5 — São interditos movimentos de terra que alterem de forma significativa e dissonante a morfologia actual do terreno ou que contribuam para o aumento da erosão superficial, seja qual for a actividade envolvida.? 
6 — Ficam interditas todas as acções que potenciem os riscos de erosão do solo e de incêndio, com destaque para as seguintes: 
a) Quaisquer formas de destruição da vegetação, salvo as inerentes às actividades florestais, agrícolas, pastoris, apícolas, roça de mato, colheita de produtos silvestres, de forma sus- tentada, sem inviabilização das espécies, e apanha de lenhas secas; 
b) Quaisquer acções que possam implicar a concentração de elevado número de pessoas ou veículos e ou outros efeitos negativos sobre o ambiente, salvo as que decorram de actividades imprescindíveis das populações, a autorizar em casos excepcionais devidamente fundamentados, e desde que sejam compatíveis com os objectivos específicos de protecção da zona, bem como das actividades decorrentes da protecção contra incêndios. 
Artigo 63.º Regime de edificabilidade nos espaços florestais em zonas de enquadramento e suporte
1 — Nestes espaços, para além do disposto nos condicionamentos legais, é admissível a construção de novas habitações e ou instalações afectas à exploração florestal, incluindo viveiros, ou de interesse turístico, desde que observadas as disposições do presente artigo. 
2 — Exceptuam-se do número anterior os equipamentos associados aos espaços de lazer e recreio enunciados nos artigos 44.º, 45.º, 46.º e 47.º do presente Regulamento. 
3 — A concretização de projectos de interesse turístico ficará condicionada ao seu enquadramento nas modalidades legalmente definidas no âmbito do turismo em espaço rural e do turismo natureza, bem como no âmbito da figura legal de hotel rural ou parque de campismo rural. 
4 — Para as novas construções, os parâmetros de edificabilidade a verificar neste espaço são os constantes nos planos municipais de ordenamento do território que os abranjam, nomeadamente quanto a cérceas, número máximo de pisos, profundidade máxima de empenas, usos, estacionamento, logradouros e indicadores urbanísticos, desde que não ultrapassem os seguintes valores:   
Área mínima da parcela: 1ha? 
Número máximo de pisos: 2 pisos? 
CAS máximo: 0,20 (Aplicado à parcela objecto de ocupação) 
COS máximo: 0,20 (Aplicado à parcela objecto de ocupação) 
CIS máximo: 0,30 (Aplicado à parcela objecto de ocupação, considerando vias e estacionamento quando em material betuminoso ou impermeável, bem como equipamentos que provoquem a impermeabilização do solo, como piscinas)   
5 — Em parcelas objecto de alteração do uso actual do solo pela construção de unidade habitacional ou hoteleira, admite-se a reconversão do uso florestal do solo para uso agrícola, até um máximo de 15% da área total da parcela, desde que tal se revele compatível com o disposto no artigo anterior do presente Regulamento. 
6 — As novas construções, bem como as intervenções de ampliação e alteração/conservação de construções existentes, deverão integrar-se correctamente na envolvente, nomeadamente pela cor dos materiais de revestimento exterior, bem como pelo tipo e cor das vedações exteriores, devendo ser privilegiados os materiais tradicionais da região ou aqueles que não constituam um impacte visual negativo ou dissonante. 
(...) 
Artigo 16.º Pontões e embarcadouros privados 
1 — É permitida a instalação de pontões ou embarcadouros privados de apoio à navegação, desde que observados os condicionalismos referidos nos números seguintes do presente artigo. 
2 — Os pontões ou embarcadouros e respectivos passadiços são elementos constituídos por estruturas móveis com sistemas de adaptação à variação de nível da água, utilizando materiais de boa qualidade e integrados na paisagem local. Não podem afectar a estabilidade das margens por desmoronamento ou destruição, ainda que pontual. 
3 — A instalação de pontões e embarcadouros privados está sujeita a prévio licenciamento da entidade competente, nos termos da legislação em vigor. O licenciamento apenas será concedido aos proprietários de terrenos confinantes com a cota de expropriação.
4 — Como regra para o referido no número anterior, o licencia- mento apenas poderá ser concedido para duas embarcações de recreio a cada proprietário de terreno confinante com a cota de expropriação onde exista habitação licenciada pela respectiva câmara municipal. Como excepção, pode o licenciamento permitir mais de duas embarcações de recreio (até um número máximo de cinco locais de amarração) se o proprietário do terreno confinante aí desenvolver a actividade de alojamento turístico devidamente licenciada. (...)” 
in Regulamento, Plano de Ordenamento da Albufeira da Caniçada, in DIÁRIO DA REPÚBLICA — I SÉRIE-B, N. 105 — 7 de Maio de 2002, pp 4309-4310    

Nota: para maior facilidade na identificação deste imóvel, por favor, refira o respectivo ID. Em caso de agendamento de visita, faça-se acompanhar de um documento de identificação. Muito obrigado!
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